Paraty ganha seu primeiro walking tour

Não, o verde-amarelo da bandeira nacional não representa nossas matas e todo aquele ouro encontrado aqui pelos portugueses. Essa explicação, que nos soa tão familiar, é furada. O verde veio dos Bragança. E o amarelo, da Casa da Áustria. Ou seja, foram escolhidos, respectivamente, como homenagem às famílias do primeiro casal de imperadores do Brasil, Dom Pedro I e Dona Maria Leopoldina.

Aí está uma parte da aula de História e histórias a céu aberto, que, há quatro meses, é contada aos visitantes nas ruas de Paraty. Nos mesmos moldes de dezenas de pontos turísticos espalhados pelo mundo, a cidade ganhou seu tour guiado (ou walking tour), como são chamados aqueles passeios conduzidos a pé, muitos deles sem valor fixo de remuneração, como é o caso aqui: paga-se quanto achar que vale.

Sobre Paraty, um dos destaques da aula ao ar livre refere-se à influência da maçonaria no planejamento urbano e na construção do Centro Histórico. Você pode ter ido várias vezes até lá e não ter notado que, em três das quatro esquinas de cada um dos cruzamentos da cidade, os pilares das casas são de pedra lavrada, formando um triângulo. Duas heranças dos maçons (a figura geométrica e o material). Outro exemplo: a decoração de algumas casas, em que faixas desenhadas com símbolos maçônicos correm de alto a baixo da fachada.

Leia mais em  Esquinas da História: Paraty ganha seu primeiro walking tour – Jornal O Globo

Guido Nietmann é fotógrafo, nascido em São Paulo, mas é apaixonado e mora há 6 anos em Paraty. Criou em parceria com a fotógrafa Roberta Pisco a Fotos Incríveis, especializada em fotografia de alto padrão. Eterno apaixonado por Paraty, não se cansa de retratar as belezas da cidade e nutre uma paixão toda especial pela Igreja de Santa Rita!

Saiba mais acessando www.fotosincriveis.com.br

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